Um Fim de Semana em Puerto Princesa, Palawan

Outro dia, recebi a seguinte mensagem da Sandra, uma das leitoras do meu blog “Ola, Tati tudo bem. Conheci sua pagina e blog atraves do blog brasileiras pelo mundo, desde entao venho lendo suas postagens e achei muito bacana. Tenho uma filha que mora na Inglaterra e uma na Nova Zelandia, e estamos indo pra Manila passar 3 semanas nas Filipinas, uma aventura e tanto haha. Gostaria muito de conhece-la , tomar um cafe qualquer coisa o que vc acha??”.

Nem preciso dizer que fiquei super emocionada! Quero dizer, criei o blog para que meus amigos e família pudessem acompanhar minhas aventuras pelo mundo, mas sabia que havia a possibilidade (e eu assim esperava) de que outras pessoas o lessem também!

Ao ler a mensagem da Sandra, percebi que não escrevi sobre algumas viagens que fiz nas Filipinas, há algum tempo, o que é uma pena.

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Nomes Estranhos… Gente Esquisita?

Uma vez, há muitos anos, recebi uma lista com os nomes estranhos que tínhamos no Brasil. Nessa lista, constava nomes como Um Dois Três de Oliveira Quatro, Letisgo (de Let’s Go) e outros que somente uma pessoa com a mente hiper-criativa poderia imaginar… Ou nem isso.

Aqui, nas Filipinas, me deparei com nomes tão estranhos ou ainda mais… Os nomes me parecem tão surreais que decidi fazer uma listinha e colocá-los no Trotamundos, no formato de histórias…

Fui a uma entrevista de trabalho. Antes da entrevista, recebi um e-mail que continha o nome das pessoas que me entrevistariam. Uma delas, se chamava Baby. Seu nome era Baby. Imediatamente, lembrei-me da frase “nobody puts Baby in a corner” (algo como “ninguém deixa a Baby de lado”) de Dirty Dancing e me imaginei se o Patrick Swayze estaria na reunião também.

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A Moda e a China: A Combinação do Tudo ao Mesmo Tempo…

Desde que morei na Irlanda, não me importo com o que as pessoas vestem. Quero dizer, lembro-me que ia ao Centra e sempre encontrava uma galera com suas calças de pijama comprados na Penney’s (ou Primark… Ainda não descobri porque só na Irlanda mudaram o nome da loja) e suas botas UGGs (ou, pior, as imitações). Ou quando caminhava pela Grafton Street e encontrava as patricinhas irlandesas com seus moletons Juicy Couture e botas UGGs (originais), o que fornecia o mesmo visual “pijama” com o custo singelo de aproximadamente EUR 500,00. Quando se vê isso todos os dias, o termo “moda” se torna algo completamente subjetivo e relativo.

Acredito, honestamente, que moda seja algo relacionado ao estilo pessoal de cada um. Não me sinto confortável saindo com pijama no meio da rua, mas também não preciso usar Chanel, carregar uma Birkin e vestir Louboutin (#sonhodeconsumo!) porque (01) não tenho dinheiro para pagar tudo isso e (02) porque acho que poucas pessoas conseguem carregar um visual tão cheio de marcas e não parecer fashion victim e brega. Sou o tipo de pessoa adepta ao highstreet fashion, com suas peças modernas com preços acessíveis, a peças de roupas compradas em feirinhas e algumas peças de roupa (ou sapato) mais caras que possa ter no meu guarda-roupa. Demorei em entender o tal colour blocking (e só o entendi quando a moda havia passado) e acredito que a pessoa tem que, além de respeitar seu corpo e estilo, respeitar seu bolso. Para mim, uma leiga, a moda se resume a isso.

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Saudades de uma Dublin que Não Volta Mais…

Nunca pensei que fosse sentir as saudades que sinto de Dublin, mas hoje, quando via a nova série da NBC, Crossing Lines, meu coração quase se partiu quando ouvi um Irish falando de um corpo encontrado no Phoenix Park (basicamente minha mente entendeu Phoenix Park em um sotaque irlandês… Não sou louca e não sou necrófila, FYI). Acho que se ele tivesse falado St. Stephen’s Green ou Liffey River, eu teria caído em prantos, no meu quarto, naquele exato momento.

liffey river trotamundostatisato

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De Boca Fechada…

Quem lê meu blog há algum tempo ou quem me conhece, sabe que sou bastante instável. Bem, não psicologicamente falando, mas mudo de idéia como mudo de calcinha: hoje posso pensar uma coisa, amanhã, outra, e depois, uma terceira idéia pode ter me ocorrido. Eu sou uma pessoa que funciona em fases: a fase da negação (não! Minha idéia é melhor), a fase da aceitação (hum, pode ser que a sua idéia faça sentido) e a fase de que, talvez, possa existir uma solução ainda não pensada para aquele mesmo problema.

Sou uma pessoa que tem a tendência de super-analisar e pensar demais… E, por isso, defini, de forma jocosa, que sou polipolar (ou multipolar). Afinal, só uma pessoa com polipolarilade ou multi-personalidades poderia mudar de opinião como eu mudo as minhas… Acontece.

Na mesa do bar, outro dia, comentavam como eu mudava de idéia rápido: “Mas Tati, hoje você acredita em A… Amanhã, você terá mudado de idéia! Você é assim de inconstante!”

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Os 20 Segundos…

As coisas na minha vida estão acontecendo a uma velocidade impressionante. Tudo está acontecendo com tanta rapidez que não tenho capacidade de absorver tudo e entender, racionalmente, tudo que acontece ao meu redor. Acho que isso é bom porque minha cabeça e eu estamos tão ocupados que os monstros não têm tempo de brincar com o que está acontecendo: quando chego em casa, deito e desmaio.

Agora, só consigo sentir. Não consigo nem enxergar porque a minha vida, nesse momento, parece o meu quarto quando volto de um shopping spree, daquelas promoções de final de temporada cujas roupas, sapatos e acessórios chegam a 70% de desconto: tudo está jogado em cima de todos os lugares, as sacolas estão espalhadas e eu não faço idéia do que comprei. Simplesmente sei que comprei e que estou muito feliz por ter tudo aqui.

Talvez seja melhor assim. Racionalizar as coisas, racionalizar sentimentos só fazem com que criemos monstros nas nossas cabeças que nos fazem hesitar. Ficamos com medo. Bem, eu fico com medo.

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