Brasil vs Chile: as Oitavas! #TemCopaAteNaAsia

Esse Mundial vai me matar. Pronto, falei! Sei que trabalho no graveyard shift e, portanto, as 11h de diferença que levamos do Brasil não deveria me afetar. Considerando que meu dia começa, nos fins de semana, às 20h da noite de sábado (geralmente… Tem dias que passo o sábado dormindo), acordo e tomo um café enquanto todo mundo está jantando com suas taças de vinho nas mãos. Sou meio a estranha do grupo, mas tudo bem. É que, hoje em dia, ando meio invertida…

Bem, a Copa não vai me matar pelo fuso, mas sim pelo que está acontecendo, no campo e na minha vida. Em Manila, não costumo andar com brasileiros. Sei lá… Meus amigos pertencem à diversas nacionalidade e frequentemente estou em mesas que parecem reuniões da Nações Unidas em um bar. Então, no fim, acabo tendo amigos espanhóis (por supuesto!), mexicanos (ui, que jogo horrível o Brasil fez na primeira rodada contra eles!), colombianos (os próximos), franceses (há! Esse jogo seria mortal) e até de nacionalidades cujos times não estão na Copa, mas apoiam outros times… Somos uma salada mista!

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Loucuras de um Mês de Junho…

Eu sei que ando em falta com o Trotamundos… Há tantos pensamentos na minha cabeça e tanta coisa acontecendo que, no fim do dia, fico bastante perdida. E, com esse horário maluco que eu trabalho e ainda não me ajustei (JU-RO: não é fácil trabalhar enquanto todo mundo – normal – dorme), tudo fica mais difícil: há dias que durmo 12 horas e outros que durmo 4.

Junho foi um mês bastante atribulado. Quando maio acabou e ele começou, pensei: sinto que esse mês vai ser complicado. Como atraímos tudo que pensamos, ele, de fato, foi.

Tudo começou com uma crise hormonal terrível. Aliás, isso é uma das coisas que mais me irritam: eu já não sou uma pessoa fácil de lidar (confesso e assumo), mas raramente tenho crises hormonais bravas, daquelas que me transformam de Dr. Jeckell a Mr. Hyde. Então, quando eles atacam, deveria haver uma restrição judicial na qual eu devesse ser trancada no quarto e ter bombons atirados em mim até que meu cérebro produzisse endorfina suficiente para que um sorriso (genuíno ou não) surgisse no meu rosto.

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