21 de dezembro de 2017 – o dia mais curto do ano

Hoje é o dia mais curto do ano. Em Madrid, o sol nasceu às 8:34h e se pôs às 17:48h, embora tenha amanhecido às 8:03h e anoitecido às 18:22h. O dia durou exatos 9h17m06s segundo o site vercalendario.info, sendo o dia mais curto do ano.

Igualmente, faltam 10 dias para que 2017 diga adeus e em poucos dias – 4, para ser exata – a maior parte de nós estaremos sentados ao redor de uma mesa com nossas famílias, as de sangue, as políticas ou as que adotamos no caminho da vida. Para mim, esse é um momento de pensar e refletir sobre o ano que passou.

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21 de dezembro de 2016

Sempre ouço/leio as pessoas dizerem que certo ano foi o mais duro, o mais difícil, o mais cheio de surpresas e que ele tem que acabar. Acho que a memória prega peças e limpa o passado porque, olhando em retrospectiva, todos os anos me parecem montanhas-russas, com altos e baixos, emoções e alguns momentos em que fechamos os olhos só para curtir o vento batendo na nossa cara. Em todos os anos, famosos se casam, têm filhos, se separam (Fátima Bernardes/William Bonner e Brangelina não foram os primeiros casais que se separam na história da humanidade) ou morrem. Há escândalos políticos e algum acidente, maior ou menor, acontece. Mas também há nascimentos, reencontros acontecem e há momentos em que suspiramos pela lua linda do céu. Porque os anos compõe a vida e essa é feita de momentos bons e outros não tão bons assim.

Aproveitando o gancho, faço minha retrospectiva pessoal, hoje, no solstício de inverno. Exceto por 2010, o ano que guardarei na memória como aquele no que tudo deu certo, e 2013, que recordarei como o ano que me tornei uma mulher-Almodovar – à beira de um ataque de nervos – e quase me perdi no buraco do coelho da Alice para todo sempre, todos os anos têm seus altos e baixos, com alguns tropeços, eventuais (e rápidas) visitas ao buraco do coelho e vários pontos altos nos que acho que a vida não poderia ser melhor. E 2016 não foi muito diferente.

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