Japão 2015 – Impressões – Algumas Dicas e Comentários Sobre Hospedagem, Comida e Banheiros

Não sou o tipo de pessoa que economiza em viagens. Viajar é uma questão muito pessoal e cada um, segundo as necessidades, sabe o que deve ser priorizado segundo o orçamento que cada um dispõe. A não ser, claro, que se tenha acesso a um orçamento ilimitado, o sonho dessa Trotamundos que os escreve. Mas, como ainda não cheguei nesse nível, prefiro ficar em hotéis mais baratos (ou até mesmo albergues, onde posso conhecer muita gente) e gastar em lembrancinhas ou refeições; não me importo, por exemplo, em gastar US$ 100 para comer alguma especialidade local em um restaurante com estrelas Michelin ou para fazer algo que só encontraria no lugar: para mim, são mimos que valem a pena.

Dicas
Em Ah Bah Não, minha amiga, Bárbara que foi ao Japão em junho (sim, deveríamos combinar; não, somos retardadas e não combinamos nada) dá várias dicas legais de como se virar em Tóquio e até como usar o WiFi de graça.

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Japão 2015 – O Planejamento

A última viagem que fiz – e a primeira de 2015 – foi para o Japão. Sou sansei, isso é, sou neta de japoneses e essa visita foi muito mais que um passeio turístico; pessoalmente essa viagem foi uma espécie de “Comer Rezar Amar” express que ocorreu em dez dias em um só país. Foi volta às minhas origens e um resgate do meu eu, intercalado por um roteiro gastronômico incrível. Acredito, portanto, que não serei capaz de escrever todas as minhas sensações, dar dicas gastronômicas e ainda passar o roteiro que fiz em um só post: vou escrever muito e, muitas vezes, vou precisar procurar as palavras corretas para descrever tudo que senti.

Eu tinha grandes expectativas quando agendei minha viagem. Sendo descendente de japoneses, a curiosidade por conhecer a terra de onde vieram meus avós, que só nasceu quando assisti a “O Último Samurai” de Edward Zwick, vinha crescendo. Eu sabia que era uma viagem que não poderia fazer em um só fim de semana ou mesmo em um feriado prolongado – como poderia chegar a Nagasaki, que fica a 15 horas de Tóquio, e ainda conhecer Kyoto e a capital? Para isso, precisaria de pelo menos dez dias…

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Minha Saída das Filipinas… A Mudança!

De repente, quando o Trotamundos se tornou quase uma referência sobra as Filipinas, eu decido fazer as malas e voltar para o Velho Continente. Caros, me entendam… O objetivo em morar nas Filipinas nunca foi passar toda a minha vida na Ilha de Lost: o objetivo final sempre foi voltar para a minha Europa querida, para o Velho Continente.

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Pôr do Sol nas Albufeiras de Valência, um dos mais bonitos que vi na minha vida!

Meu amor por essas terras cuja história se entrelaça tanto com a nossa própria é antiga. Meu relacionamento com o Velho Continente data de uma época anterior ao euro, na qual os países ainda comercializavam em liras italianas, pesetas espanholas ou marcos alemães. Ou, talvez, esse relacionamento seja ainda mais antigo, de outras vidas. A verdade é que esse continente, com suas histórias de rei, rainhas e confabulações, a sua pluralidade cultural em um espaço tão pequeno e sua herança artística sempre me fascinou.

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Viagens: Bais e Bohol – de Golfinhos a Tarsiers

Desde que voltei do Natal, não saí de Manila. E isso tem me deixado em um estado de nervos tremendo…

Não é novidade que uma das coisas que mais gosto de fazer no mundo é viajar e, honestamente, a única grande vantagem que via em viver em Manila era viajar e conhecer, além das ilhas paradisíacas e lugares inusitados, um pouco mais desse enorme continente desconhecido chamado Ásia…

Tinha reclamado que em 2014 não viajei muito, mas a verdade é que não consegui escrever sobre as minhas viagens porque sim que viajei! Acho que em 2014, o Trotamundos se tornou um pouco voltado para o interior, por descrever mais minhas percepções sobre o que me rodeava que minhas experiências na estrada.

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A Ásia Exótica vs. Ásia da Revolta: a diferença entre visitar e morar!

Uma vez, uma amiga disse: “quando se visita a Ásia, tudo é exótico e lindo… Mas tenta morar por aqui…”. Algumas vezes tenho essa sensação exata.

Morar na Ásia é uma experiência que me desafia constantemente. Seja em algum episódio com taxista, seja por alguma coisa que me falaram ou pela forma como se comportaram, há quatro anos vivo momentos no meu dia-a-dia que me deixam em choque surpreendem, pelo menos uma vez por semana.

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O Dia de Reis – 06 de janeiro!

Hoje, dia 06 de janeiro, é Dia dos Reis (Magos) em comemoração ao dia em que Jesus recebeu a visitar de Belchior, Gaspar e Baltazar com seus presentes: ouro, que representava a natureza real do recém-nascido, incenso, que representava sua natureza divina, e mirra, um composto embalsamador que representava seu futuro sofrimento e morte (fonte). Esse dia também representa o fim das comemorações de Natal (com exceção das Filipinas, onde o Natal é comemorado até o dia da Procissão do Cristo Negro, dia 09 de janeiro).

Não me lembro de comemorar esse dia no Brasil; lembro que esse era o dia que tínhamos que tirar os enfeites de Natal (que, na minha casa, acabavam ficando até fevereiro, tamanha era a preguiça de desmontar a árvore! Hehe!). Em países de língua hispânica, no entanto, esse dia é bastante comemorado.

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Obrigada 2014! Bem-Vindo 2015!!! #FinalDeAno

Então, assim, mais um ano chega ao final. Como se os 365 dias passassem com a rapidez de um relâmpago (vamos convir que, à medida que os anos passam, o tempo parece passar com maior velocidade), 2014 chega ao final e nos preparamos para a chegada de 2015.

Em alguns lugares do mundo, 2014 já parece quase uma lembrança enquanto em outros, o último dia do ano simplesmente começa (ou, talvez, no momento que eu publicar esse post, para alguns já seja 2015!). Ainda assim, a maioria de nós, aqueles que seguem o calendário romano, encontra-se em sincronia, à espera que um novo ano se inicie, com forças e esperanças renovadas.

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