As Minhas Cinco Fases de Luto…

Desde que eu voltei de férias, estou trabalhando muito… Bom, talvez muito seja pouco… Estou trabalhando como uma escrava, sob o olhar do capataz da fazenda, de sol a sol… Ou melhor, de lua a lua porque na segunda-feira passada, literalmente, vi o pôr do sol através das janelas do escritório e o nascer do sol também. E antes do pôr do sol e após o amanhecer, seguimos trabalhando… Ontem, até o sol decidiu descansar enquanto seguíamos no escritório. Acontece.

Acho que fazem isso para que eu nunca mais pense em sair de férias outra vez. Mesmo se soubesse que teria que trabalhar por dois dias dois turnos de 16 horas (já disse: tem gente que acredita que sou uma escrava) quando voltasse, eu ainda iria feliz ao aeroporto, ansiosa por embarcar para a jornada mais longa da minha vida: aproximadamente 30 horas de vôo.

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A Cidade Maravilhosa!

Acho que sempre tive certo preconceito em relação ao Rio de Janeiro. Nascida em São Paulo com um primo carioca cujo sotaque me irritava, visitei a cidade uma vez, há 20 anos (mais ou menos) e não tinha vontade de visitá-la outra vez: além da violência que era divulgada pela mídia, a ideia de ter favelas tão perto das áreas nobres era só mais um detalhe que me fazia ver a cidade como um lugar não muito agradável.

Fui ao Rio porque havia prometido a uma amiga que iria. E, com muita humildade, digo que estava errada em meus preconceitos porque, como já diz a canção, o Rio de Janeiro continua lindo! Antiga capital do Brasil, no Rio é possível encontrar edifícios históricos maravilhosos (no Centro) e praias belíssimas (embora lotadas), localizadas na Zona Sul. E após passar alguns dias nessa cidade que inspira, ou pela sua beleza ou pelo seu histórico, é muito fácil entender como os estrangeiros ficam apaixonados por ela.

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